sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

"As revelações da mídia mostram as artimanhas dos políticos mafiosos que se abastecem do dinheiro público para influir em decisões nos altos escalões"






As revelações feitas pela mídia mostram claramente as artimanhas dos políticos mafiosos que se abastecem do dinheiro público para influir em decisões nos altos escalões, obter favores e até indicar criminosos para cargos de confiança. São escândalos seguidos regidos pela ética torta de que ser pego com a mão na botija, só representa pecado se as forças áulicas (corte) acharem que lhes convém punir o desviante, fato, conforme comprovado, nunca ocorrido.

Por conta única e exclusiva da mídia os bandidos saem, porém após agradecimentos, festas e aplausos, com um futuro nobre assegurado pelo governo. Obviamente tudo tem sentido, pois caso um desses pilantras sentindo um pária (desprezo) resolva abrir o bico, levantando o tapete, muita merda viria à tona, através de acusações mútuas e em série, haja vista serem todos figuras da mesma laia nojenta. Seria tanta podridão que qualquer cidadão honesto teria vergonha de ser brasileiro.

Com o fim da ditadura militar, a crença popular nasceu com a indicação do velho mineiroTancredo Neves para a presidência da República, mas faleceu antes de assumir o governo. Seu lugar foi ocupado pelo vice-presidente o mafioso José Sarney (seu clã domina até hoje o estado do Maranhão, onde o IDH é o pior do país). Em sua deplorável gestão, a inflação bateu recorde como nunca antes alcançada. Inconformados até então, o povo deu seu voto ao elegante, ao atleta, ao jovem Fernando Collor, que prometeu moralizar a política, conter a desvalorização da moeda, prender os ladrões de gravata e, acabar com os “Marajás” (funcionários públicos com altos salários). Puro engodo, depois de tanto se locupletar, foi denunciado pelo próprio irmão Pedro Collor, ocasião do impeachment (impedimento) após quase três anos no poder. Quando seu substituto, o vice Itamar Franco, tomou o cargo, o país vivia momentos difíceis com uma recessão prolongada, inflação aguda e crônica, desemprego etc. O povo se encontrava numa situação de descrença geral nas instituições e de baixa auto-estima. Entretanto, foi elaborado o mais bem-sucedido plano de controle inflacionário, o Plano Real, montado pelo seu então Ministro da Fazenda FHC, que propiciou o aumento do poder de compra e o controle da desvalorização do dinheiro. Mesmo tendo sofrido as consequências das investigações de uma CPI do Congresso Nacional, em virtude de denúncias de irregularidades no desenvolvimento do Orçamento da União, terminou seu mandato com um grande incide de popularidade, comprovado pelo seu apoio bem-sucedido a FHC na sucessão presidencial, repercutindo em mais uma derrota de Luiz Inácio. Voltaram às esperanças com o intelectual, professor, o doutor Fernando Henrique Cardoso (FHC), que embora controlando a emissão exagerada de papel-moeda, de ter efetivado a implantação de uma política Neoliberal e pelas privatizações de várias estatais, o povo não saiu da miséria em que se encontrava, cuja distribuição de renda continuou desigual e o país ficou em excessiva dependência do FMI.


Todavia, o inferno político ainda estava por vir. Restando acreditar em um pobre coitado, que se locomoveu de pau-de-arara, analfabeto, faminto, matuto do interior de Pernambuco, imigrante nordestino, que para o continuísmo da desgraça alheia, depois de quatro eleições perdidas, conseguiu enganar o povo em seu benefício, familiar e aliados. Supunha os abestardos, que sendo conhecedor das necessidades básicas de um ser humano sofredor, ele acertaria o alvo na mosca. Deu no que deu, foi anos de promessas enganosas que fizeram muitos acreditar que finalmente viveriam no paraíso.


Luiz Inácio é um prestidigitador eficiente, pois conseguiu transformar a política em um jogo sem regras definidas, qualquer conveniência passa a ser novo preceito. Por conta, Brasília se transformou em um enorme refúgio de malfeitores impunes que conta com a indulgência que só pensa na permanência do sistema e sua rede de benesses. Todas as instituições estão infestadas de venais com a missão de transformar o povo em laranjas. Quanto mais pobre mais suco rende. Devemos acreditar em pessoas que não se deixem dominar impunemente e não mais no povão, que passou a ser uma ideologia totalitária petista. Devemos também ter muito medo do futuro se tudo continuar caminhando dessa forma. Foi com elites intelectuais rendidas a um partido interessado apenas em projetos de poder como este que o nazi-fascismo triunfou na Europa. Hitler, Mussolini, Stalin, Lula, Chávez, Fidel ..., são exemplos de tudo que existe de pior numa chefia de governo.

Quando percebermos que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto-sacrifício, então podemos afirmar que a sociedade está condenada. Viva Lula! Olê, Olê, Olá, Lulá, Lulá!

"A raiz do mal que se reproduz na enxurrada demissão ministerial, está na mentira nacional que se atende pelo nome de governabilidade...!?"






Por conta da desgraça do PT (Partido dos Trambiqueiros), o Brasil hoje tem a oportunidade de contemplar a sua dualidade, ou seja, o abismo que separa as suas máscaras da prosperidade e da realidade. De um lado é visto como uma nova potência da economia mundial, do outro, a população experimenta um país severo e desumano, com profundas desigualdades sociais e violentos contrastes, um desenvolvimento falso alienado a uma taxa exorbitante de impostos. Presenciamos um cenário político podre, com impunidades governamentais, como o simples afastamento de ministros e diretores incorrigíveis e corruptos, agarrados a seus apadrinhados cargos, fato antes nunca visto. No país das fantasias reverberou a notícia de que estaria apto a emprestar dinheiro ao FMI, dado a excelente conduta econômica. Ainda navegando no mar das ilusões, é propagado que recebemos concessionárias estrangeiras e empresas internacionais, além do aumento da renda per capita que sinalizam para uma melhor qualidade de vida.

Enquanto tudo que é irreal vem sendo propagado para enganar o pobre eleitor, baseado na orquestra do maestro Luiz Inácio, constatamos, aí sim, como realidade, que a empresa “Casa da Moeda” foi moeda de troca de arranjos políticos, fazendo parte do descarado loteamento fisiológico. Para se ter uma idéia da safadeza nesta estatal, os dois últimos presidentes, nomeados por indicação política, deixaram o cargo sob graves praticas de crimes de corrupção. O primeiro saiu enrolado no assalto do mensalão, o segundo pelo recebimento de propinas nas Ilhas Virgens Britânicas, devidamente confirmadas pela Junta Comercial de Miami. Na realidade, nada causa estranheza. Ora, se no governo está recheado de ladrões, como não poderia existir colegas justamente no local onde a mercadoria fabricada é do total interesse de todos, na Casa d’Irene?

A raiz do mal que se reproduz na enxurrada demissão ministerial, na completa paralisia da gestão governamental, no recorrente costume de ladroagem do dinheiro público, está na mentira nacional que atende pelo nome de governabilidade. Não obstante, não fosse a imprensa informando todos os dias, infelizmente com poucos lúcidos, esses descompassos políticos e essa ladroeira desenfreada implantada no país, estariam todos cegos celebrando um Brasil que teria atingido o cosmo. Graças esses desarranjos nos três níveis (federal, estadual e municipal) são divulgados para uma população mais esclarecida, haja vista a maioria se preocupar apenas em acompanhar o imoral programa “Big Brother Brasil”. Na realidade, assistimos a uma nação deteriorada de valores éticos, cujas evidências são flagrantes; assistimos a uma população enganada, desassistida e desinformada; a jovens e adultos cujo tempo de formação educacional foi e continua sendo manipulados por programas incompatíveis e desvirtuados da nossa realidade; a proliferação de obras propostas ou inacabadas sem planejamento (PACs); a gestores descompromissados que vertem o dinheiro público no lixo; a saúde em estado terminal (menos para alguns pacientes do Sírio-Libanês); a imensidão das drogas; as comemorações regadas de cinismo com espumantes, nas promessas vazias e eleitoreiras. Enfim, assistimos a tudo que não presta desse governo, surrupiando descaradamente os cofres públicos.

providências tomadas, são somente para cacifar políticos e partidos, a população vive eternamente envolto em problemas conhecidos e não solucionados. Chega a ser engraçado senão constrangedor, quando a revista “Veja” publicou a conversa de duas professoras do ensino básico. Uma disse para a outra: “com esse salário brinco de dar aulas e, os alunos de assistir”. Enquanto o país sofre com tantas pendências e promessas não cumpridas, o dodói do Luiz Inácio não para de cafagestar suas atitudes. Agora, o infeliz está usando seu afilhado o presidente do TSE, Ricardo Lewandowski (que luta para que o mensalão prescreva e nenhum marginal seja punido), para que consolide logo o Partido Social Democrático (PSD), recém-fundado pelo prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, dando direito a um quinhão do fundo partidário, nas custos do otário do contribuinte, além do tempo no horário eleitoral gratuito. Lula nunca deixou de ser uma via de mão dupla, que sob seu comando, trafica interesses de corruptos em Brasília, assegurando o poder na alcova da máfia, tudo cronologicamente contextualizado.

Este é o Brasil Real, invadido pelas fronteiras e apodrecido no centro, perplexo de tanta sacanagem dos bacanas.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

"Para aprimorar a democracia no país, basta um punhado de ação,dedicação e uma porção de entusiasmo com vontade de aprimorar as atuais deficiências."







Pelo rumo dos acontecimentos, fica mais do que comprovada a “herança maldita” recebida do pai de todos os malfeitos com o dinheiro público, o ex-presidente Lula, quando dos 38 ministros (nº exorbitante) que assumiram o poder com Dilma Rousseff, nove foram defenestrados num prazo recorde de treze meses. Saíram por corrupção Antônio Palocci PT (Casa Civil), Alfredo Nascimento PR (Transportes), Wagner Rossi PMDB (Agricultura), Pedro Novais PMDB (Turismo), Orlando Silva PCdoB (Esportes), Carlos Lupi PDT (Trabalho), Mário Negromonte PP (Cidades). Por criticar o próprio governo foi afastado Nelson Jobim PMDB (Defesa). Enquanto Fernando Haddad PT (Educação) partiu para concorrer à prefeitura paulistana em outubro, antes de ser chutado por incompetência. Registrou-se a nojenta blindagem, após atos ilícitos, de Fernando Pimentel PT (Desenvolvimento) e Bezerra Coelho PSB (Integração Nacional).

Mesmo diante de tanta podridão, os malfeitos continuam surgindo a todo instante.


Agora, a situação do ministro Guido Mantega PT (Fazenda), pouco simpático de Dilma, encontra-se deteriorada com a revelação de que ele conhecia todo esquema de corrupção do subordinado, o recém-demitido Luiz Felipe Danucci, com relação aos pagamentos milionários das propinas, por conta de sua posição como presidente da “Casa da Moeda”. As maracutaias descobertas partiam de fornecedores da empresa estatal que dirigia, via off-shores (banco no exterior), nas ilhas Virgens Britânicas. Uma patifaria consistiu no acordo de R$ 3,1 milhões firmados sem licitação com certa empresa de parentescos“Landgart”, para fornecimento de papel-moeda, outra, na dinheirama depositada nas contas em seu nome e de sua filha nos paraísos fiscais, por recompensa na facilitação de contratos vantajosos com terceiros.


Por mais que demonstre autoritarismo, pulso firme, a realidade é outra. A presidente vive a mercê de partidos políticos, demonstrando total subordinação. Tendo emergido da desgraça das irregularidades do companheiro Mário Negromonte, o presidente do PP, o senador Francisco Dornelles, exigiu de Dilma a indicação de outro partidário para assumir a pasta ora vaga (Cidades), senão passaria para o lado da oposição. Para não fugir a regra, o recém-nomeado ministro, o deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), começa pendurado numa penca de atos ilícitos. Tem 14 processos na Justiça, segundo a ONG “Transparência Brasil”, destacando-se seu direcionamento de programas para beneficiar politicamente sua família.

É dono de duas empresas de rádio na Paraíba, também de duas construtoras, todas em nome de terceiros, por nada constar na sua Declaração do Imposto de Renda. Ficou provado que incrementou com dinheiro público o programa “Minha Casa, Minha Vida” em Pilar (PB), município administrado por sua mãe; enviou verba para a cidade de Campina Grande (PB), onde sua irmã é pré-candidata à prefeitura neste ano; empregou em seu gabinete na Câmara, parentes e amigos, sem nunca baterem o ponto em Brasília. Responde ação por improbidade administrativa, desde quando foi Secretário da Agricultura da Paraíba, mais dois inquéritos no STF por irregularidades no cumprimento da Lei de Licitação, afora ações no passado de seu pai, o ex-deputado e ex-prefeito de Campina Grande (PB), Enivaldo Ribeiro. Destaca-se também na família, seu avô, ex-deputado, apontado como mandante do assassinato do fundador da Liga Camponesa de Sapé (PB). De sã consciência, esse marginal tinha a mínima condição de assumir um ministério?


Para aprimorar a democracia no país, basta um punhado de ação, outro de dedicação, uma porção de entusiasmo e vontade de aprimorar as atuais deficiências existentes. No entanto, o custo da negligência traçaram um preciso diagnóstico da situação política atual, com histórias recorrentes e comprometedoras envolvendo políticos em corrupção, suborno e chantagem. Todos ficam a dever um passeio num camburão da Polícia Federal, uma possibilidade realmente concreta se as instituições funcionassem como deveriam. As ocorrências não deixa de ilustrar a perfeição, a repetição de um enredo nefasto para o contribuinte, no qual impera o fisiologismo, o loteamento de cargos e a instalação de máquinas partidárias de malfeitos em setores da administração pública. Mesmo quando se tem conhecimento de indícios de irregularidades, a presidente prefere agir a reboque da imprensa e de órgãos de investigação. Foi assim que ela perdeu vários ministros, afora outros blindados desde o início do mandato. Tudo no sentido de não parecer que está de perseguição aos aliados, para não comprar briga com parceiros e todos continuarem mamando com direito a mamadeira.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

"Desmandos, prevaricações, locupletações, licenciosidades passou a ser tema até de gozações internacionais (Ui!)."






Partindo da premissa de que as lideranças passam e os partidos ficam, já decorreu suficiente tempo para o PT enxergar-se no cenário atual, desaferrando-se do caudilho Luiz Inácio para disputas futuras, retomando um caminho, um discurso e uma prática decente longe da corrupção. Quando presidente, em troca de ser bajulado, abriu as portas dos cofres da nação para que todos pusessem a mão. Tornou-se vergonhoso assistir uma associação que surgiu clamando pela ética, se tornar, tão logo subiu ao poder, na maior quadrilha em ação sem o menor descaramento.

O aproveitador mor, ainda por conta da doença, faz vigorar suas determinações quer seja na formação dos palanques, na desistência de candidatos (Marta Suplicy) para imposição de outros afilhados (Fernando Haddad). Com relação ao partido mencionado, nada é diferente dos demais, “tudo farinha do mesmo saco”, cujo único objetivo é dispor de autoridade, dá as cartas e se locupletar com o dinheiro alheio, ciente de que a ladroagem não tem o menor risco de punição.

Essa legenda cresceu, tornou-se governo e tem um leque amplo de alianças à custa do “toma lá dá cá”. Somos o que tem de pior, na rabeira do mundo, mas muitos não enxergam cujo ufanismo continua pulsante. Por conta, a vulgaridade se perpetua sem que se perceba, onde a decência e a ética foram jogadas no lixo. Nosso alívio ainda é saber que nada dura para sempre.

Depois da primeira reunião ministerial do ano, os resultados foram os esperados. Tendo com bandeira falsa a reforma do país, nada foi oficializado. A tese que ultimamente ganhou força no seio do povo “enxugamento estatal”, não foi nem discutida, passando a ser algo falido. A faxina tão badalada da “herança maldita” recebida do antecessor, que derrubou sete ministros no ano passado, a maioria alvejados pela mídia por denúncias de corrupção, não passou da troca de seis por meia dúzia. Outros foram blindados após a descoberta de improbidade administrativa. A presidente, como um filme que foi reprisado inúmeras vezes, disse que tinha em mente fazer com que a máquina administrativa funcione e devolva ao cidadão os serviços pelos quais ele paga.

A situação interna é tão deprimente, principalmente na área da saúde, que um senhor passou mal num velório e foi levado a uma unidade do SUS com suspeita de ataque cardíaco. Ao chegar, depois de uma longa espera para ser atendido, foi recebido por um médico plantonista que foi logo indagando: “nossa, você está na contramão, em geral os pacientes vão daqui para o cemitério”. Foi exatamente o que voltou a acontecer! No seu primeiro giro internacional de 2012, a baranga Dilma Rousseff cometeu inúmeras asneiras ao falar de improviso sobre “Direitos Humanos” em Cuba, com receio diplomático de ofender as autoridades do país. Posteriormente, ao dirigir-se para o Haiti, nação mais pobre do continente, ofereceu os serviços do Ministério da Saúde, no sentido de criar um sistema de atendimento idêntico ao SUS brasileiro (Coitados!).


A reprise do modelo de despedida de ministros bandidos do governo vem se tornando padrão, só saindo quando chegam ao limite das denúncias. E na sequência vem à imprecisão da presidente nas explicações públicas da demissão, mesmo com os problemas de corrupção se amontoando em sua ante-sala, demonstrando o critério da meritocracia que prevalece na escalação de sua equipe. Temos convicção que ainda existem muitos cidadãos contrários a baixaria e a favor da preservação dos poucos bons costumes que nos restam. Infelizmente decência e ética passa longe do perfil desses atuais políticos no poder, cujos dias para a população são de trevas. Nota-se que mal começou o processo eleitoral deste ano e, o Partido dos Trambiqueiros (PT), já dispõe de uma fábrica ampla de mentiras, que com certeza continuará enganando o incauto eleitor, a plebe ignara.

A nossa estrutura político-partidária, hoje composta de 27 partidos, tornou-se numa balbúrdia que só faz proteger e arrumar a cama para uma grande maioria de candidatos, que só visam desmandos, prevaricações, locupletações, licenciosidades e todas as demais transgressões no decorrer de seus mandatos, o que passou a ser tema até de gozações internacionais (Ui!).
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O Brasil está na mais baixa colocação mundial quanto à carga tributáriade versus aplicação eficiente do dinheiro público!!!











É notório que Luiz Inácio ainda se considera o todo poderoso, com capital político preservado e, principalmente agora munido do componente emocional da doença para fazer da sua presença um grande espetáculo político-eleitoral onde quer que compareça. Trava uma luta diária tentando ainda mais se cacifar para a disputa de mais um mandato, com o velho costume de elencar realizações da sua gestão, como se o feito fosse só dele, sem entender que o pouco que fez, diante de tantas promessas vazias, não passou de sua obrigação, pois foi eleito para tal finalidade. Com ele até o câncer tem de ser espetáculo e render flashes. Como diz o velho ditado: “todo povo tem o governo que merece”.


O resultado do recente estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), realizado em trinta países, mostrou o Brasil na mais baixa colocação quanto à carga tributária versus aplicação eficiente do dinheiro público. Chegou inclusive a perder para a Argentina e Uruguai, ficando mais uma vez comprovado que é imposto demais e benefício de menos. Mesmo com uma carga de 35% do PIB e, uma arrecadação de impostos que ultrapassa a marca dos R$ 1,5 trilhão ao ano, o governo está longe de aplicar de forma correta a pesada grana que sai do bolso do trabalhador, parando direto na do político. De maneira adequada ficou no topo da lista a Austrália, seguida dos EUA, Coréia do Sul, Japão e Irlanda. Os Poderes gastam muito, nossa máquina governamental é extremamente onerosa. O dinheiro colhido do besta do contribuinte não é investido na qualidade de vida da população, especialmente em infra-estrutura e educação. Para chegar a essas conclusões, o Instituto criou o Índice de Retorno de Bem-Estar à Sociedade (Irbes), resultado da somatória da carga tributária - segundo a tabela da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (Ocde)- e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).


Antes era PC Farias. Hoje é o PT Faria. Faria as reformas, faria a distribuição de renda, faria um governo honesto, faria tanta coisa que até o mundo ficaria com inveja. Como bem fazia o presidente antecessor, muito bem capitado por Dilma Rousseff, os presságios não param de acontecer, como, por exemplo, o fiasco do milionário projeto do trem-bala. Enquanto isso: prédios residências e comercias estão desabando fazendo inúmeras vítimas fatais; bueiros continuam explodindo; estradas em péssimas condições causando o infortúnio de muitas famílias; falta de amparo aos desabrigados das cheias; atrasos e a má qualidade das moradas do programa “Minha Casa, Minha Vida”; falta de um acompanhamento sério dos viciados em droga, álcool e, o combate da corrupção, principal mal vindo generalizado da cúpula do poder.


Continuando o lamaçal da era Lula, onde roubar e usar o cargo para enriquecimento ilícito passou a fazer parte da rotina, surge outro episódio trágico e horripilante, desta feita no esquema de propina na Casa da Moeda. Em decorrência do silêncio do ministro da Fazenda, Guido Mantega (PT), todos ainda esperam sua convocação para que explique na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara, as razões que o levaram a manter na presidência da Casa, Luiz Denucci, mesmo após a descoberta de seu hábito de cobrar gorjeta de fornecedores e ter remetido milhões para contas bancárias no exterior em seu nome e de sua filha. Essa empresa estatal faz parte de uma área delicadíssima e que não pode permanecer sob suspeita. O governo precisa tratar o tema não sob o viés político, mas de forma técnica e responsável. A omissão de Mantega no caso, além de fazê-lo conivente com o malfeito, cometeu crime de prevaricação. Puxa, até onde se fabrica o dinheiro brasileiro é local de corrupção!


Outro grande constrangimento foi tomar ciência nos bastidores da política, que o espanhol José Lopes Feijoo, amigo íntimo de Lula, num prazo recorde de duas semanas, passando à frente de processos tramitando há anos, furou a longa fila e obteve nacionalidade brasileira. Sendo sua concessão faculdade do Poder Executivo por meio de portaria do Ministério da Justiça, sua naturalização percorreu a jato sete instâncias, da Polícia Federal ao gabinete do ministro responsável. Ainda pior foi saber que ele foi nomeado ilegalmente assessor especial da Secretaria-Geral da Presidência, em ato de outro pilantra, Antônio Palocci quando chefe da Casa Civil, onde o artigo 5º da Constituição proíbe estrangeiros em cargos públicos. Não termina por aí, pois o pinguço mor queria Feijoo na diretoria do BNDES e depois o colocou na lista de ministeriáveis do Trabalho, para substituir Luiz Marinho (2007), durante tiroteio na pasta, quando citado em escândalo sexual da Volks na Alemanha, momento em que a montadora teria pago com o dinheiro da empresa, orgias para corrompê-lo, tudo muito bem aceito pelo ganancioso Marinho. Assemelha-se ao caso do assassino italiano Cesare Battisti, hoje um nobre cidadão brasileiro por conta e ordem de Luiz Inácio.


Diante do exposto, cabe-me pedir encarecidamente a todos vocês que não roube, pois o governo detesta concorrência.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Desde a era Lula consumou-se um processo de idiotização do pensamento popular, vitimados pela incapacidade de discernir o certo do errado.







Realmente, ainda se vive no mundo da fantasia e o próprio povo não deu conta do que vem de fato ocorrendo. Autêntica palhaçada foi a recente recepção feita ao pinguço Luis Inácio no Palácio do Planalto, transformando em solenidade a troca do ministro Fernando Haddad da Educação (que concorrerá a prefeitura de São Paulo), pela ficha suja Aloizio Mercadante, cuja vaga por ele deixada no ministério da “Ciência e Tecnologia”, conforme sua própria indicação, foi ocupada por Marco Raupp, causando verdadeiro mal-estar no próprio partido. Ao receber seu padrinho e antecessor, Dilma Rousseff disse que estava emocionada com sua volta, além dos outros baba-ovos bajularem com o couro: “olê, olê, olá, Lulá, Lulá”. No evento festivo, a custa do otário contribuinte, foram observadas várias mancadas cometidas pela presidente por ocasião de um longo desnecessário discurso e, a ausência da senadora Marta Suplicy, que era a preferida do partido (PT) para a disputa da chefia municipal.

Ainda na exposição mais baboseira política veio à tona, quando a atual chefe se empenhou em justificar a presença do careca ressaltando a falsa idéia de que foi ele o pivô de uma revolução na educação brasileira. A realidade dos fatos se apresenta de forma totalmente contrária, pelo péssimo índice de aproveitamento escolar, professores mal-treinados e mal-pagos. O palco principal do dilúvio foi formado por seres ilustres (Sic) como Dilma, Lula, Temer, Sarney, Gleisi, Haddad, Mercadante e Raupp.

O espetáculo da roubalheira é tão sem horizonte, que não conseguimos enxergar nem a luz no fim do túnel, por sermos cegos espectadores. Corrupção e Crueldade (vice-versa) são palavras que começam com a consoante “c” e, coincidentemente possuem nove letras. Alguns sinônimos dos dois termos, como perversão, iniquidade, impiedade servem aos dois significados. Para melhor entendimento nada mais indicado que o texto de Ruy Barbosa que passo a citá-lo: “de tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantar-se os podres nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto”.

É de causar revolta assistir mais um rato embolsar uma volumosa grana do erário (cujo castigo constou apenas da demissão do cargo) e, posteriormente, encarar o jornal e ler o que disse aquele ex-ministro do Trabalho com nome de cachorro “Lupi”: “eu sou humano/Dilma eu te amo/para me tirar só se for abatido a bala”. É de causar indignação saber quanto os parlamentares recebem por mês, entre salário, um bando de benefícios, afora a ladroeira, enquanto um professor da rede pública ganha em média R$ 1.200 reais e, com tudo isso, ter ainda que pagar plano de saúde, passagem, alimentação e demais despesas para o exercício da profissão. É de causar espanto saber que a maioria do povo passa por catástrofes diárias em suas vidas, sem nenhuma possibilidade de ganhar no jogo do bicho, haja vista que o único animal que faz sucesso não integra a bicharia.

Há quem diga que a riqueza é a raiz de todos os males. Já outros alegam que grana não é problema e sim solução. Para muitos, o amor a moeda é que representa o verdadeiro mal. As Escrituras Bíblicas são repletas de orientações quanto ao uso do dinheiro e até que ponto devemos varolizá-lo. Não adianta acumular tesouro na terra onde a traça e a ferrugem destroem, afora o risco da aproximação de ladrões. Na escala de valores de Deus, valem mais que o dinheiro a sabedoria, a simplicidade e a santidade, cabendo a todos nós usufruir das bênçãos divinas com responsabilidade e honestidade, totalmente o inverso dos que fazem os membros do poder. O mundo moderno com todos os apelos de consumo, de prazer, de realizações e de sucesso profissional, nada mais é do que o fruto de uma sociedade que cava cisternas rotas para saciar sua sede, com eternas insatisfações pessoais.

Já passou da hora do brasileiro realizar uma manifestação nacional contra os malfeitos do governo, como os jovens que pintou de batom o próprio rosto (Fora Collor!), ocasionando seu impeachment de 1992. A UNE não está mais presente nos protestos estudantis como outrora, porque o PCdoB, que domina há décadas a entidade, é aliado do governo nos estados. Desde a era Lula consumou-se um processo de idiotização do pensamento popular, vitimados pela incapacidade de discernir o certo do errado.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

"como podemos nos sentir seguros? se até o restaurante do Congresso Nacional (onde o povo não tem o menor direito de frequentar) foi assaltado...!"








Quando vamos parar de gritar de tanta aflição; quando de fato acontecerá o despertar dos idiotas; como podemos nos sentir seguros se até o restaurante do Congresso Nacional (onde o povo não tem o menor direito de frequentar) foi assaltado; como podemos confiar na justiça para punir os responsáveis por tanta roubalheira, se os juízes são os primeiros a corroborar com a impunidade (mensalão)? O fato é que os verdadeiros ladravazes, os mais perigosos e eternos, estão no poder dando as cartas. Somos politicamente uns pobres coitados analfabetos, haja vista o que realmente sabemos não atinge 1% de toda patifaria que hoje impera no país, desde a chegada do distinto pinguço e sua quadrilha.


Como podemos de braços cruzados aceitar tanta imoralidade com o dinheiro do contribuinte, quando até os vereadores, com mandato de quatro anos e reeleição ilimitada, cujo papel seria trabalhar em função da melhoria de vida da população (elaborando leis, recebendo o povo, atendendo suas reivindicações, desempenhando a função de mediador entre os habitantes e o prefeito), só fazem campanha eleitoral 24 horas por dia. Os 37 penduricalhos do Recife, por exemplo, além de autoconcederem um aumento salarial de 62%, achando pouco, elevaram em 60,8% a verba de auxílio-combustível, esticando o recurso de R$ 2.300 para R$ 3.700 mensais. A resolução que regulamentou o reajuste é fruto da decisão da Comissão Executiva da Câmara Nº 602, tomada em dezembro/2011, com vigência a partir de primeiro de fevereiro/2012. Com esse repasse é possível encher 24 vezes no mês o tanque de um sedã de luxo, tipo Honda Civic, contribuindo para o aumento indiscriminado dos comprovantes falsos de abastecimentos.

Hoje, o pobre trabalhador é forçado a acordar no romper do dia (somente retornando ao lar no anoitecer), no sentido de se deslocar para seu labor, apanhando dois coletivos (ida e volta) de segunda a sábado, via transporte precário com péssima mobilidade urbana, pagando pelo “Anel A” R$ 2,15 por viagem, chegando a gastar por mês R$ 111,80, do mísero salário bruto de R$ 622,00. Enquanto os membros da Câmara municipal descaradamente autoconcedem um reajuste nos seus vencimentos de R$ 9.287,57 para R$ 15.031,76, afora a verba paletó correspondente a dois salários adicionais no início e fim de cada ano; tíquete gasolina (R$ 3.700,00); auxílio-postal e telefônico (R$ 1.200,00); auxílio-alimentação através do cartão corporativo (R$ 2.000,00) para gastar em restaurante, lanchonete, bar, supermercado; verba indenizatória (R$ 15.000,00) e, R$ 42.600,00 de verba de gabinete que pode ser gasto com até 15 funcionários, cujo custo total com cada meliante gira mensalmente em torno de R$ 80.000,00 ao erário.


Que ordem podemos esperar na política de um município como o Recife, quando a bagunça no governo federal é caso extremo de polícia? As primeiras mudanças anunciadas pela presidente Dilma no ministério foi motivo de revolta entre os partidos aliados. De princípio, a saída de Fernando Haddad (PT-SP) do Ministério da Educação, a pedido do padrinho Luiz Inácio para concorrer à prefeitura de São Paulo, deixando no seu lugar o cafajeste (n processos nas costas), Aloizio Mercadante, gerou fortes intrigas. A legenda queria Marta Suplicy como candidata única por estar bem mais cotada. Outra turra foi o próprio Mercadante indicar o presidente da Agência Especial Brasileira (AEB), Marco Antônio Raupp para substituí-lo na pasta de Ciência, Tecnologia e Inovação, quando o partido desejava o deputado Newton Lima.

A cachorrada maior é que o presidente do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, sequer está sendo consultado das mudanças. Agora, a briga recomeçou com a forma da escolha do substituto da Ministra da Secretaria da Mulher, Iriny Lopes, apreensivos com a nomeação de um estranho à sua corrente, bem como, com a permanência da Ministra da Cultura, Ana de Hollanda, que era a mais cotada para deixar a função por incompetência. Porém, após visitar Luiz Inácio em São Paulo, ganhou a chance de continuar mamando no peito público, quando ordenou a Dilma para não demiti-la devido a seus laços afetivos com a família Buarque. A sua procura incessante ao ex-presidente para resolver problemas de gestão, tem deixado dirigentes do próprio partido fulos da vida, já indagando: “Dilma confunde Lula com o partido”.


Devido a tantos imbróglios com o dinheiro público, temos somente a certeza de que amanhã tudo pode acontecer, inclusive nada, por ser o mais provável. A veracidade é que o governo do PT se tornou um garajau de paradoxos, passando o Palácio do Planalto a ser comparado com um cocódromo, cujo mau-cheiro tem endereço e filiação partidária. O povo há muito precisava fazer uma profunda reflexão sobre a Justiça e a impunidade, além de avaliar a conduta de cada instituição enganosamente criada para defender o bem público. Até quando a presidente continuará sendo uma marionete, uma papagaia de pirata, enquanto o antecessor prosseguirá mandando na política do país.